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O poder do abraço.

O abraço é muito mais do que aquela sensação boa de conforto, alívio e carinho. É algo que consegue melhorar nossa autoestima, segurança e autoconfiança. Tem poder para reduzir estresse e ansiedade, melhorar a saúde do nosso coração, diminuir o medo da morte e, por fim, nos ensinar que a comunicação vai muito além de palavras.

Além do afeto, o abraço está associado à química do nosso corpo, porque libera uma substância chamada oxitocina, também conhecida como o hormônio do bem-estar. O abraço também pode liberar endorfinas, mesma substância química liberada após um treino ou quando você come chocolate.

Em média, a duração e um abraço é de 3 segundos, mas alguns pesquisadores descobriram algo incrível. Quando um abraço dura 20 segundos, existe um efeito terapêutico sobre o corpo e mente por causa dos efeitos da “oxitocina”.

Mas nem todos gostam de abraços. Por quê?

Um artigo publicado na revista Comprehensive Psychology indica que pessoas criadas por pais que gostam de abraçar tem mais tendência a replicar esse comportamento na fase adulta. Já as pessoas que convivem com pais que abraçam menos ou não abraçam, apenas a ideia de um abraço pode deixá-las desconfortáveis. Ou seja, o comportamento ligado ao abraço é reproduzido pelos filhos e repassado à geração seguinte.

Além disso, existe um componente cultural: em muitos países Asiáticos e mesmo nos Estados Unidos e Inglaterra as pessoas não costumam se tocar e se abraçar como no Brasil, Porto Rico e França, por exemplo.

Questões de baixa autoestima e problemas com o próprio corpo também podem desempenhar papel na aversão ao abraço. Pessoas com altos índices de ansiedade social geralmente podem hesitar em se aproximar fisicamente dos outros, inclusive amigos.

Outro motivo para não abraçar ou ser abraçado também está relacionado à halitose. Pessoas que sofrem de mau hálito não querem que os outros sintam seu cheiro. Da mesma forma, as pessoas evitam abraçar quem cheira mal.

Independente da origem da aversão, algumas vezes o abraço pode causar desconforto geral: em quem abraça ou é abraçado. Mas, de acordo com especialistas, é possível superar tudo isso desde que seja essa uma iniciativa pessoal, não uma imposição.

No site da Wiki How, tem um artigo ótimo que ajuda a explorar diferentes tipos de abraços. Confira aqui.

Pode ser um treino para quem não curte abraçar mas gostaria de tentar =)

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