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Hot Dog Day: uma data para saborear.

Hoje, 9 de setembro, é o dia de um dos sanduíches mais populares do mundo: o cachorro-quente, também conhecido como hot dog ou “dogão” para os íntimos.

Acredita-se que o Dia do Cachorro-Quente seja uma homenagem à suposta data de criação deste tipo de sanduíche, em 9 de setembro de 1884, na cidade de Nova York.

A invenção do cachorro-quente é atribuída a um imigrante alemão que teve a ideia de colocar uma salsicha dentro de um pão, com ketchup e mostarda.

No entanto, é muito provável que essa “ideia” não era original e a data surgiu como uma jogada de marketing, simplesmente porque pão e salsicha são ingredientes historicamente antigos e sua combinação não é muito difícil de alguém imaginar.

Seja nas festinhas de crianças, seja nas ruas de Nova York, cachorro-quente é uma comida popular por seu baixo custo de produção e, claro, por agradar os mais diversos paladares.

O cachorro-quente clássico traz pão e salsicha e complementos que podem variar em combinações infinitas. Sim, infinitas, de acordo com a criatividade de quem prepara e da região do planeta.

Na Alemanha, por exemplo, é comum encontrar chucrute e purê de batatas no hot dog.

Já na Coréia, o hot dog pode trazer kimchi, um preparado feito com vegetais fermentados e um molho vermelho bem apimentado.

No Brasil, costuma-se comer hot dog quente ou frio e, com a onda gourmet, é possível encontrar receitas altamente criativas.

Mas, afinal, comer hot dog é saudável?

Os embutidos, entre eles as salsichas, não costumam ser considerados alimentos saudáveis por serem produtos industrializados e conterem conservantes químicos.

Em função disso, é recomendado evitar o consumo frequente e, sempre que possível, optar por hot dog com salsicha, pão e complementos artesanais.

Por mais gostoso que seja, o cachorro quente não deve substituir a comida de verdade, nem ser consumido em grandes quantidades.

Enfim, como tudo na vida, essa também é uma questão de equilíbrio e bom senso.

Por isso, o Dia do Cachorro-Quente é mais uma oportunidade para refletirmos sobre a qualidade da nossa alimentação e, em especial, sobre o auto-controle no consumo de alguns alimentos que adoramos, mas necessariamente não fazem bem.

 

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