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Halitose: a evolução dos tratamentos

No século XIX existia um enxaguatório bucal chamado Fragrant Sozodont, que de acordo com uma edição de 1889 da revista American Druggist, era feito a partir de uma mistura de líquido e pó.

O pó continha raiz de íris, bicarbonato de cálcio e magnésia. Já o líquido continha sabão produzido a partir de óleo vegetal, glicerina, porções consideráveis de água e álcool e, para aromatizar, uma pequena quantidade de óleo de hortelã-pimenta, trevo, canela e anis estrelado, assim como – para colorir – cochonilha (um corante feito de um inseto com o mesmo nome).

Em um anúncio, o texto da marca dizia: “Você está perturbado pelo mau hálito; isso irrita seus amigos e você. Você gostaria de se livrar dele, mas mal sabe o que fazer. Então, vamos contar para você…”

Sozodont caiu em desgraça com os consumidores no início do século XX quando surgiram preocupações sobre os efeitos colaterais de seu uso.

Um dentista reclamou: “Testificarei o que é tão conhecido para a maioria dos dentistas. Sozodont destrói a cor dos dentes, transformando-os em um amarelo escuro”.

Além dele, outro dentista ecoou essa queixa, afirmando que “o líquido de Sozodont … é muito alcalino para uso geral e, com o tempo, destrói o esmalte dos dentes e os tornaria amarelos”.

Enfim, mais de um século depois, é legal ver que existem opções saudáveis que evitam a halitose, como a duplinha TUNG Brush and Gel, que não estraga os dentes, nem faz mal para a saúde.

O nome disso é evolução =))

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